Vícios de vinil

Tuesday, September 25, 2007

o regresso do vesúvio

Siouxsie Sioux, [The Creatures e Siouxsie & The Banshees] acaba de lançar o seu «Mantaray» . 10 temas na voz de uma mulher que é DAMA, convicta.

1 Into a Swan
2 About to Happen
3 Here Comes That Day
4 Loveless
5 If It Doesn`t Kill You
6 One Mile Below
7 Drone Zone
8 Sea of Tranquility
9 They Follow You
10 Heaven and Alchemy

As the "music industry" prepares to relive the heady days of "punk", when confusing the opportunists with the protagonists, it proceeded to sign anything with a safety-pin that could spit, Siouxsie and the Banshees would like to say Thank You and Goodbye.

"20 Minutes Into 20 Years", press release de S&B, abril 1996[um ano após o Carlos Lopes]

Deixamos aqui "Cities in dust" sucesso maior de tops da Banda.

Thursday, September 20, 2007

Cornelia NY II 2007 Made in Lisbon

se houvesse milhas suficientes no cartão da lufthansa...



...e era. E é já hoje, amanhã, depois e depois.

Muito Parabéns à label.

Monday, September 17, 2007

Mestres a turismo



Por ocasião, ou, no seguimento do Festival Internacional de Jazz de Ponta Delgada vou receber este Gigante "lá em casa". A 1 de Novembro, A Margem Sul está no "Roteiro dos Mestres". Firiu!Firiuiuuuu!

Fica Aqui Henry Grimes com Thelonious Monk(sim, Ele) - Blue Monk - no set de gravações de "Jazz On A Summer's Day" de Bert Stern em 1958. [antes de Ele(o Grimes) ter submergido em consequência da precariedade que esta coisa de ser artista acarreta, e não de ter sido abduzido por entidades do fantástico. Fica assim provado que ele não privou com elvis, janis, jim "portas" ou hendrix, tá bem?...Ai!...Mau!...]

Thursday, August 30, 2007

Correio Electrico

Give Up, é um disco já de 2003 mas que apenas chegou aos meus ouvidos agora com esta Such Great Heights.
The Postal Service surge da troca de ideias e músicas, usando o US Postal Service, entre Benjamin Gibbard (Death Cab for Cutie) e Jimmy Tamborello. A voz de Benjamim é, aliás, inconfundivel para quem, como eu, gosta de Death Cab (faço aqui uma pausa para agradecer ao Seth Cohen, a personagem mais aceitável daquela série de meninos ricos e bonitos que-sim-eu-via-e-sim-eu-gostava, e que me deu a conhecer os Death Cab).
Voltando a Give Up é um mix de razão e coração. Isto é, as letras emotivas e romanceadas são trespassadas pelo artificial, pelos sons sintetizados. É a música indie com muita adrenalina.
Tem um tom muito 80's, e disso é exemplo "The district sleeps alone tonight". E gosto ainda mais de "We will become silhouettes" e "Nothing better", porque me faz lembrar New Order.
Em Nothing Better percebe-se como se transforma o shallow theme da break-up, acompanhado pela voz de Jen Wood (Tattle Tale) e ainda assim manter a musica muito light e até joyfull.
E estou agora a ouvir a "Clark Gable" e confesso que o ritmo é intoxicante.
Desta minha investida nos sons electronicos, Give Up é um bom exemplo daquilo que me faz mexer e, simultaneamente, daquilo que não cansa e não exige momentos ou locais apropriados. Porque é electronico/sintétizado mas é também soft e relaxante.

Wednesday, August 29, 2007

quando o "Publico" publica

O acima conseguiu surpreender triplamente estas minhas férias.
1. Max Roach faz capa (pelos piores motivos)
2. Mike Patton tem direito a 2 (DUAS) páginas
3(last but not least). Artigos de Mike Patton bastante bons, [Clap Clap Clap]

"Ele agora é um Indio", Pedro Rios, Publico, 19 Agosto 2007

"Mike Patton, o Artista Camaleão", Pedro rios, Publico, 19 Agosto 2007


Fica aqui Mondo Cane

Wednesday, August 22, 2007

Mês Negro To The Max

Não existe alma que já tenha pegado numas baquetas que não o conheça. Talvez o maior baterista de sempre. A noticia abalou as minhas férias, "To the Max" já está no meu leitor.

*Max Roach Drum Solos, 1968 "3 Songs"

Monday, August 6, 2007

it´s just the wasted years...



Vou de férias e regressarei, porventura mais apto, em Setembro.
À porta, deixo aquela que foi epitetada por alguém como a mais bela música composta por um ser humano.
Paranóia, moléstia, solidão ou pura e simples sucessão concatenada e perfeita de acordes.
Um supermercado de sentimentos, portanto.