Thursday, December 20, 2007
Wednesday, December 19, 2007
desconexo mas uma coisa levou a outra.
Pergunta: será que o Ben harper entende aquilo que está a cantar, ou sentir-se-á (ele) uma espéce de homem-de-neandertal, ou mesmo o meu ex-marido a tentar comunicar com o jovem de leste que lhe aparou o relvado do jardim da mansão que ele gostaria de ter tido? a mesmíssima pergunta se poderia fazer, por seu lado, a Rui Veloso e Carlos Tê. Ou será que eles se dão bem porque , simplesmente, não se entendem?
Em ambos os casos(ignorem o do ex-marido), não se trata de uma forma de expressão artística, ou exercício de estilo deliberadamente e/ou pretensamente inovador.
Há quem leve o assunto a sério. Partilho convosco este texto do Caríssimo Gigante-Pedro Moreira.
O Erro de Dom Afonso Henriques e A Prosódia na Música Portuguesa
in Cândido de Figueiredo, Grande Dicionário da Língua Portuguesa.
Abundam na música portuguesa exemplos em que a letra é atropelada pela música dando origem a erros na métrica do texto. Habituá-mo-nos a cantar e a ouvir "pássaro feridú na asa" e "houve alegria e foguetees no ar" com toda a naturalidade. Claro que isso se deve à importação acrítica de modelos anglo-saxónicos de formas musicais aplicadas à nossa língua, sem ter em conta que o português tem características próprias, que deviam ser postas em evidência em vez de reprimidas.
A maior parte das palavras portuguesas têm uma acentuação na penúltima sílaba, e não na última como seria mais conveniente em música de influência anglo-saxónica. Para além disso, e ao contrário do português do Brasil, onde todas as sílabas têm valor, em Portugal quase que se omitem as sílabas fracas, num efeito parecido com aquilo a que os músicos de Jazz chamam "ghost-note". Isto levanta um desafio maior para quem escreve música vocal no nosso país.
Será que teremos que aceitar estes sucessivos atentados à prosódia nacional com resignação? A resposta tem de ser preocupante uma vez que somos talvez o único país em que duas das mais emblemáticas canções populares, o hino nacional e o "parabéns a você" têm, desse ponto de vista, erros claros: "ó pátria sentee-se a voz" no primeiro caso, e "para o meenino..." no segundo.
Gerações sucessivas de portugueses aprendem estas músicas como se fosse a coisa mais natural do mundo cantar com textos que não encaixam correctamente na música, ou em que somos forçados a dizer o texto incorrectamente sem que ninguém se importe com isso (podemos sempre invocar o facto de que o Alfredo Keil nem português era, triste sina esta!...).
A verdade é que as crianças continuam a aprender músicas com letras a martelo, e a questão é saber por quanto mais tempo.
Vem isto a propósito da nova colecção do jornal Expresso dedicada aos Reis de Portugal. Edição bonita, ilustrada por André Letria, uma leitura pedagógica e divertida para os mais novos. Excepto que, mais uma vez a música é muito mal tratada. Já não me refiro ao facto de a produção musical ser extremamente limitada, com tudo ou quase tudo ser feito em computador, em vez de ter músicos a tocar instrumentos reais. Como habitualmente, dá-se muita importância ao aspecto gráfico e visual, escolhe-se um nome mediático para fazer a narração, e no fim não há orçamento para uma produção musical decente. Não quero com isto dizer que a música não tenha alguma qualidade em termos de composição, mas a produção de facto é muito fraca.
Aliás a letra, isoladamente, também seria possível. O problema é quando se junta essa letra à música. E de facto seria difícil encontrar exemplo mais representativo de má prosódia: em quase todos os versos há um erro. Ou seja a pronúncia não está em harmonia com a acentuação. Neste momento talvez centenas ou mesmo milhares de crianças estejam a aprender aquelas músicas e letras perante o olhar comovido dos pais. Mas será que os pais as ouvem mesmo?
Neste primeiro volume dedicado a Dom Afonso Henriques somos de facto levados a pensar o que teria acontecido caso ele não tivesse feito frente à sua mãe. Ainda estão por estudar as consequências do ponto de vista psicanalítico de um país ter visto a sua origem num matricídio (num sentido figurado, claro), mas isto constitui de facto uma originalidade lusitana.
Talvez não tivéssemos expulsado do território uma civilização brilhante, com grandes poetas e músicos, talvez fôssemos galegos, castelhanos, espanhóis ou mesmo muçulmanos, mas, quem sabe, talvez tratássemos melhor a nossa música vocal.
Ou talvez não. Em todo o caso, é feio bater na mãe
Saturday, December 8, 2007
FW

Wednesday, December 5, 2007
Wednesday, November 28, 2007
As cores e sabores n(d)a Cidade

Projecto que se propõe a olhar a Cidade e a debruçar-se nela por um período de 3 anos.
Lisboa-Cidade, as Cidades em Lisboa, Lisboa nas Cidades.
Não conto perguntar a Carlos Martins se a Lisboa que ele apresenta hoje e amanhã no São Luiz existirá, de facto, porque essa pergunta é irrelevante.[e porque ele rir-se-ia de mim...].Está bem assim, AM?
Lisboa Mistura uma ideia de Carlos Martins - O "Sons da Lusofonia"
Kalaf, Kalaf, Kalaf.
Lá estarei na Sexta, porque hoje há novo circo na BdaB. Mas recomendo o "À Noite o Sol", pelos Negócios Estrangeiros, apartir de textos de Nuno Artur Silva(PF) e José Luis Peixoto
Tuesday, November 27, 2007
FreakShow
E é, com certeza, a banda mais marginal desses mesmos tempos.
Mães do Punk, pais do videoclip-videostageperformance.
Estão na vanguarda do uso das tecnologias ao serviço das artes performativas .
Contam quase 40 anos a musicar e encenar estórias e estorietas.
Este é o ultimíssimo destes Senhores grandes-geniais-gigantones-pessoas-do-grizo
(todos canhotos, com certeza).

apresentam
Corey Rosen • Gerri Lawler • Carla Fabrizio • The Residents
em
The Voice of Midnight
livro e musica por The Residents
Produzido por The Cryptic Corporation
baseado na obra Der Sandmann by ETA Hoffman
1. cena 1 (The Sandman) |
2. cena 2 (Mental Decay) |
3. cena 3 (Claire's response) |
4. cena 4 (In The Dark) |
5. cena 5 (Professor Caligari) |
6. cena 6 (The Telescope) |
7. cena 7 (True Love) |
8. cena 8 (Seven Cats) |
9. cena 9 (Catatonia) |
10. cena 10 (The Proposal) |
11. cena 11 (The Tower) |
Não dão entrevistas, o que é um aborrecimento para nós, curiosos(íssimos).
Monday, November 26, 2007
...a violent yet flammable band...

Já não ficava tão surpreendido desde os Arcade Fire.
Parece que a amelie poulain com voz de sussuro roubou os órgãos aos Europe e multiplicou-se por três.
São três de uma vez.

Sempre a crescer.
E vêm cá ao Santiago Alquimista.
E Diz a RadaR que são a banda preferida do David Lynch,

mas eu acho que, quando muito, o David Lynch será o realizador preferido das Au revoir Simone.
Para ouvir.
Até à OD.
Wednesday, November 21, 2007
born in Yellow Springs, Ohio on November 18, 1959
#1 (porque calhou)
Diana, o que é feito de ti?... amy, olha para a diana. a coisa faz-se por etapas, faxavor... john, dava para dares umas classy-dicas à amy?E, já agora, como é que fazes para ficares tão sossegadinho-sentadinho atrás do yamaha 7' 6" Concert Collection Grand Piano, hum?
Thursday, November 8, 2007
"...i´m such a little princess"

Rufus Wainwright foi magnífico.
Um verdadeiro storyteller, num esplêndido jargão amaricado nova-iorquino.
Uma performance assombrosa, sem microfone, da música gaélica "Mo cuishle".
Excelentes interpretações dos originais cigarettes & chocolate milk, poses, rules and regulations, between my legs, i feel it all (etc.), mais as covers over the rainbow & foggy day (Judy Garland).
Uma banda sólida e unida, com uma boa [porque esporádica] secção de metais, acompanhada de um bom guitarrista [e music director], velho, velho, louro, velho e extraordinariamente competente, também a dançar.
Faltou um coverzinho de Cohen aqui para o vosso amigo, desde que não fosse cantado na altura em que Rufus já se encontrava de meias negras de licra e mini-saia.
Cohen de saia é que não.
Tuesday, November 6, 2007
Dylan
Bob Dylan: I´d say about 132...
Interviewer: Did you say 132?
Bob Dylan: Well, between 132 and 144...

tarde demais para andar para atrás.
Tenho 2 t-shirts, uma camisola, um impermeável, dois pins, vários autocolantes, 10 albuns e 4 ep´s dos NOFX. Ouvi a banda desde os 14 aos 25 e continuo a ouvi-la.
Mais. Continuo a impingi-la e a chatear vários seres humanos com esse facto.
Não estou disposto a apagar a minha juventude. Felizmente tenho cabelo o suficiente para espetar.
Já tenho bilhete e 18 de Novembro estarei lá, onde quer que aquela porcaria seja.
Mesmo que a lux deixe de falar comigo durante um mês.
Espero que estejam bêbados. Espero que toquem the decline.
heart in NYC, soul in Montreal, music in Lisbon
Hoje às 21h e picos, no Coliseu, Rufus Wainwright e as suas influências.
Espero conseguir fazer uma crónica sobre o assunto.
Saturday, November 3, 2007
Ou(ver)
Wednesday, October 31, 2007
Clássico mas fresco Compal db

No verão (que acabou, é verdade) a Tone of a Pitch, editora Pt que faz um notável trabalho pela liberdade que assiste a um músico de não se fazer(obrigar a) acompanhar por carinhas-larocas-que-cantam-umas-coisas-que-outras-tantas-mil-poderiam-igualmente-e-não necessariamente-bem-ou-melhor-porque-só-assim-as-grandes-editoras-lhes-pegam-e-olhe-lá! e cujo o catálogo é francamente recomendável, lançou o último disco do guitarrista madeirense Bruno Santos. “TRIoANGULAR” conta com as participações mui distintas de Bernardo Moreira(CB), Bruno Pedroso(BAT) e Pedro Moreira(SAX) como convidado especial.
O Bruno vai estar na fnac de cascais a apresentá-lo no próximo dia 8 às 21H30. Vale a pena ir e vale a pena comprar o disco.
três +1 motivos:
O disco é bom
É bom e é solido, como o Bruno (e outros tantos da geração dele, um grande bem haja Nelson Cascais, Nuno Ferreira, Rodrigo Gonçalves e e tal e tal).
A guitarra do Bruno tem forma e aquele “delaysinho gostoso” embala-me com cheiros, sabores e cores.
(3+1) O trio(angular)+1(espéce de trapézio) vale por si.
Monday, October 29, 2007
Piranhas na Andaluzia
52 Showcase envolvendo 350 artistas de 42 paises em 5 palcos. Duas duzias de Conferências. Com mais de 350 jornalistas a dar cobertura à coisa.
A 13ª edição da maior feira/expo/encontro de World Music reafirmou a profunda crise do sector e mostrou quem manda como e onde. É assim.
Friday, October 26, 2007
Está na Lei

[estará no dia anterior na ZDB mas é mais caro o ingresso(o da zdb)...e a zdb não é o mesmo que o auditório da bdab... e o nosso backline é way melhor o deles!!!quem perder é um ovo podre. pior. é um ovo podre que nunca terá visto henry grimes]
2000-2007 todos os direitos reservados

Thursday, October 11, 2007
Aos Duros

Monday, October 8, 2007
Gostar de velhos (Joni Mitchell)

A miúda a quem Cohen disse "Getaway from me, i cannot be trusted" editou um novo album 09 anos depois do último.
Depois de o comprar e de o ouvir digo qualquer coisa.
[Estes albuns compram-se. Está na lei]
Monday, October 1, 2007
whistling Bird
lançado em Março deste ano, chegou-nos agora às mãos .
Está em escuta dedicada.

1. Fiery Crash2. Imitosis3. Plasticities4. Heretics5. Armchairs6. Darkmatter 7. Simple X8. The Supine9. Cataracts10. Scythian Empires11. Spare-Ohs12. Yawny at the Apocalypse
Nós gostamos muito do Andrew. Gostamos do Andrew porque ele faz muitas cousas. Gostamos do Andrew pela forma como ele encara as cousas(as que faz e as que acontecem). Gostamos do Andrew porque, em tempos, ele fez The Mysterious Production of Eggs, cousa que nós gost(á)amos muito. Está em escuta.pois.
Thursday, September 27, 2007
Tuesday, September 25, 2007
Parece-me

E parece que vou perder a minha última oportunidade de ver um senhor chamado Stewart Copeland (como é que se diz, vénia?)e o seu drumkit. Aliás, parece que Stewart Copeland não traz drumkit. Parece que Stewart Copeland é um drumkit.
E parece que vem acompanhado de dois senhores. Um sexagenário. Outro que era bom músico e má pessoa nos anos 80. Agora parece é boa pessoa e o resto também é diferente, já há uns aninhos valentes.
Mas parece que sempre foram o sideshow. Tenho todos os albuns do Stewart Copeland a tocar acompanhado dos outros dois senhores, desde o Zenyatta Mondatta ao Synchronicity.
O Stewart Copeland é bom. Só ou mal acompanhado.
A minha mãe vai ao concerto, mas não conhece o Stewart Copeland. É um desgosto profundo. Só conhece o gajo que ajuda os meninos de áfrica mas só veste Armani.
É compreensível. O Stewart Copeland é o melhor baterista do mundo a par do Ginger Baker. O outro é bonito, mesmo careca. Oh well.
De qualquer formas, deixo aqui uma senhora prova de que o Stewart Copeland era um baterista do caraças e ainda continua a ser.
Fica a música dos Stewart Copeland and the polices: "So Lonely".
A melhor música do mundo a começar em "so" e a acabar em "lonely" (pelo menos).
o regresso do vesúvio
Siouxsie Sioux, [The Creatures e Siouxsie & The Banshees] acaba de lançar o seu «Mantaray» . 10 temas na voz de uma mulher que é DAMA, convicta.
1 Into a Swan
2 About to Happen
3 Here Comes That Day
4 Loveless
5 If It Doesn`t Kill You
6 One Mile Below
7 Drone Zone
8 Sea of Tranquility
9 They Follow You
10 Heaven and Alchemy
As the "music industry" prepares to relive the heady days of "punk", when confusing the opportunists with the protagonists, it proceeded to sign anything with a safety-pin that could spit, Siouxsie and the Banshees would like to say Thank You and Goodbye.
"20 Minutes Into 20 Years", press release de S&B, abril 1996[um ano após o Carlos Lopes]
Deixamos aqui "Cities in dust" sucesso maior de tops da Banda.
Thursday, September 20, 2007
Cornelia NY II 2007 Made in Lisbon
Monday, September 17, 2007
Mestres a turismo
Por ocasião, ou, no seguimento do Festival Internacional de Jazz de Ponta Delgada vou receber este Gigante "lá em casa". A 1 de Novembro, A Margem Sul está no "Roteiro dos Mestres". Firiu!Firiuiuuuu!
Fica Aqui Henry Grimes com Thelonious Monk(sim, Ele) - Blue Monk - no set de gravações de "Jazz On A Summer's Day" de Bert Stern em 1958. [antes de Ele(o Grimes) ter submergido em consequência da precariedade que esta coisa de ser artista acarreta, e não de ter sido abduzido por entidades do fantástico. Fica assim provado que ele não privou com elvis, janis, jim "portas" ou hendrix, tá bem?...Ai!...Mau!...]
Thursday, August 30, 2007
Correio Electrico
Give Up, é um disco já de 2003 mas que apenas chegou aos meus ouvidos agora com esta Such Great Heights.
The Postal Service surge da troca de ideias e músicas, usando o US Postal Service, entre Benjamin Gibbard (Death Cab for Cutie) e Jimmy Tamborello. A voz de Benjamim é, aliás, inconfundivel para quem, como eu, gosta de Death Cab (faço aqui uma pausa para agradecer ao Seth Cohen, a personagem mais aceitável daquela série de meninos ricos e bonitos que-sim-eu-via-e-sim-eu-gostava, e que me deu a conhecer os Death Cab).
Voltando a Give Up é um mix de razão e coração. Isto é, as letras emotivas e romanceadas são trespassadas pelo artificial, pelos sons sintetizados. É a música indie com muita adrenalina.
Tem um tom muito 80's, e disso é exemplo "The district sleeps alone tonight". E gosto ainda mais de "We will become silhouettes" e "Nothing better", porque me faz lembrar New Order.
Em Nothing Better percebe-se como se transforma o shallow theme da break-up, acompanhado pela voz de Jen Wood (Tattle Tale) e ainda assim manter a musica muito light e até joyfull.
E estou agora a ouvir a "Clark Gable" e confesso que o ritmo é intoxicante.
Desta minha investida nos sons electronicos, Give Up é um bom exemplo daquilo que me faz mexer e, simultaneamente, daquilo que não cansa e não exige momentos ou locais apropriados. Porque é electronico/sintétizado mas é também soft e relaxante.
Wednesday, August 29, 2007
quando o "Publico" publica
O acima conseguiu surpreender triplamente estas minhas férias.
1. Max Roach faz capa (pelos piores motivos)
2. Mike Patton tem direito a 2 (DUAS) páginas
3(last but not least). Artigos de Mike Patton bastante bons, [Clap Clap Clap]
"Ele agora é um Indio", Pedro Rios, Publico, 19 Agosto 2007
"Mike Patton, o Artista Camaleão", Pedro rios, Publico, 19 Agosto 2007
Fica aqui Mondo Cane
Wednesday, August 22, 2007
Mês Negro To The Max
Não existe alma que já tenha pegado numas baquetas que não o conheça. Talvez o maior baterista de sempre. A noticia abalou as minhas férias, "To the Max" já está no meu leitor.
*Max Roach Drum Solos, 1968 "3 Songs"
Monday, August 6, 2007
it´s just the wasted years...
Vou de férias e regressarei, porventura mais apto, em Setembro.
À porta, deixo aquela que foi epitetada por alguém como a mais bela música composta por um ser humano.
Paranóia, moléstia, solidão ou pura e simples sucessão concatenada e perfeita de acordes.
Um supermercado de sentimentos, portanto.
Saturday, July 28, 2007
band of horses
Estão no meu gira-discos, mas não faço ideia que é feito deles.
The Funeral.
1hitwonder?
Thursday, July 26, 2007
Appetizer para um luau
Deixo-vos "The Robots", um clássico Kraftwerk aqui por SEÑOR COCONUT no Sónar 2006. Domingo espero por vós a bailar o improvável na Av da Praia.
Ueba!
Wednesday, July 25, 2007
mas porquê?!
Não sou muito fã de dance music, ou lá o que chama a isto, mas não podia deixar de parte o novo dos Groove Armada, Soundboy Rock. Não que os singles lançados façam jus ao album. Garanto, não fazem mesmo.
Aliás, esse tem sido um dos problemas dos Groove Armada. Os singles. Este, Get Down, o primeiro, muito ao estilo de Superstylin, não faz parte da minha cópia do album em que resolvi eliminar as faixas que fazem parte da minha black list. Só de me lembrar de I see you baby, apetece-me chorar. Estive prestes a expulsar os Groove Armada da face da terra (reza que nessa altura terão sido possuidos por algum espirito demoníaco, de seu nome Fatboy Slim?!).
E basta dizer que temos uma Sugababe no novo single, Song 4 Mutya para se saber que, sim, is a black list item (resolvi poupar-vos a posta-la aqui, esta já é bad enough).
Por isso, para Soundboy Rock deve-se partir de um pressuposto: esquecer os singles. A partir daí, sim, pode-se falar em albúm.
E diga-se que não desgosto. Tem de tudo. Mais dançavel, a Things we could share. Gosto da Lightsonic. Esquecer o reggae na Soundboy Rock. E perco-me totalmente com a Paris, What's your version, See what you get.
"Estrelava-o" assim com ***.
Tuesday, July 24, 2007
Factory records breeds
Booth has, at the age of 47, almost absolutely no hair whatsoever.
He will be in Alentejo.
Wednesday, July 18, 2007
o(u)verture
Não foi revelação do ano (2006) porque Mike Patton é já um ancião. Artista completo quer no dominio técnico do seu instrumento quer na busca por novas formas, meios e abordagens à sua arte, está em perpétuo movimento e um grande bem haja por isso mesmo. É um genial dos nossos tempos (e é, com certeza, canhoto).E, posto isto, estará em Lisboa, no Coliseu que ele bem conhece, a 17 de Setembro (18 no Porto)com o projecto Peeping Tom a ouvrir Massive Attack.
Friday, July 13, 2007
I need a shot
Datarock. Só conheço, por enquanto, esta música. E só agora ouvi falar deles. Quer pela radar (ao jeito de luxuriano, vénias vénias). Quer por virem ao sudoeste. Mas gosto. Estou curiosa. E tem sido a minha OST do dia. Porque amanhã vou ter, ou melhor, começa, o meu shot. Férias.
Thursday, July 5, 2007
3º acto and dancing along with Pat Mahoney's yellow Shorts
LCD foi Caliente. C-A-L-I-E-N-T-E! Stop
Uma ou outra baixa frequência goin' wild on stage, rapidamente controlada, porque... superjames sempre alerta[grande à vontade em palco means grandes profissionalões].Stop
Os momentos altos foram, com certeza, os duetos de bateria e percussão entre Pat e James, trazendo um pouco de latino (leia-se Látinô) ao groove. Stop
Teve direito a "grizo". do BOM. Stop
All my friends. Stop
Alguém se importa se não se falar de jesus and mary chain?[ainda estrou con(st)frangida com aquilo que se passou ontem.Stop Me, please
Post stop scriptum: o melhor da noite foram os calções de atletismo amarelos do Pat(you rock my world, Joínha).Stop and Go[a caminho do acto final]!
Wednesday, July 4, 2007
Growing up in public
Admitamos. A menina tem problemas.
Sempre teve e, segundo a própria, só produz musicalmente quando os tem. Simplesmente porque se não os tem, tem mais que fazer o que, bem vistas as coisas, constubstancia um argumento incontornável.
Esta pequena maravilha de exposição sentimental [orginal e acompanhado por Elvis Costello], para além de ter uma excelente intro, excelentes (porque básicas) guitarras e excelente voz, é provavelmente o expoente máximo da teatralidade de Miss Apple.
Ainda que tenha uma edição errática de discos, ainda que deprima de 15 em 15 minutos [don´t we all?], ainda que às vezes pareça tudo um bocadinho exagerado, como o título do seu segundo album. Ainda que esta música seja diagnóstico suficiente para ser tratado por pensamentos obsessivos. Ainda que o epíteto de Fucked up girl lhe fique tão bem. Ainda que, ainda que.
Acabamos o tema com uma certeza. A de que aquele olhar final diz tudo. Ninguém engole em seco daquela maneira por arte. Ninguém estremece para dentro por dinheiro.
Make no mistake, Miss Apple is for real.
[pequeno agradecimento devido à Inf (ou artist formerly known as Inf) por ter chamado a minha distraída atenção para isto].
Monday, July 2, 2007
Peace with a mohawk
Algumas bandas vivem para sempre, por pouco que toquem, editem, escrevam ou publicitem.
O s/t dos Velvet Underground vendeu 1500 cópias e formou 1500 bandas, disse um dia Michael Stipe. Os Pistols viveram dois anos e abanaram o mundo, inclusivamente o próprio.
Elliot Smith morreu, tal como Tim Buckley.
Cada genre com a sua persona seminal, as mais das vezes cortada antes do tempo. É a história.
O ska héctico e cafeínado dos Operation Ivy (1987-1989) vive e viverá encrustado, para espanto dos próprios, em centenas de bandas actuais e futuras do género.
Forjada em plena Bay Area de Berkeley, Cal. por quatro putos anónimos de 20 anos (Jesse Michaels - vox, Lint (aka Tim Armstrong) - guit., Matt Freeman - bass (e que baixo) e Dave Mello - Bat.), apesar das terríveis gravações inerentes à garagem de proveniência, os Operation Ivy trataram de reavivar o declínio dos Clash e a memória dos Specials e de introduzir um tudo nada de hip hop embrionário nos headphones de quem tinha cabelo verde.
O single Unity é a prova que o pacifismo deixara de ser exclusivo do movimento hippy e era, agora, gingado a duzentos à hora, não obstante o peso lírico das músicas.
O fim prematuro terá sido, mais uma vez, o melhor fins.
There wasn´t always a place to go, but there was always an urgent need to belong
Sunday, July 1, 2007
Together in electric dreams [v. original]
Este tema de Phil Oakley [agora habitualmente remixado de vários feitios num clubzinho perto da nossa casa] merece ser re-ouvido.
E o respectivo video merece ser revisto, para que fique queimado na memória que, apesar daqueles cortes de cabelo, tudo acabou em bem.
Friday, June 29, 2007
Spice oditty
Não quero ser mail interpretado, no entanto [O título original deste post era "X-rated movies" o que, francamente, era mauzinho da minha parte para quem passa a vida a cantar "Stop right now, thank you very much, i need somebody with a human touch whoaaaaa....hey you, always have to run, let´s.....errrr....... taratara ta ta, wanna have some fun, yo" Eu sei que a letra está errada, mas também sei isto tudo sem ir pesquisar no google.
Fenómenos são fenómenos e atingem qualquer um, mesmo nós cujo coraçãozinho bate em ritmo de indie rock. Todavia, não obstante aparecer aqui em baixo "No gira-discos de solapinoeufaçoumarevolução" é falso que eu ande a ouvir Spice Girls ou, ainda mais, que tenha tido acesso ao novo LP o que, novamente além do mais, faria de mim um tipo rico mais que um rico tipo.
Mas também não queremos que pensem que o Vinycios não dedica o devido tempo à música ligeira ou, vá lá, ao main stream (a partir de agora, multa para quem disser main stream).
Esta não valeu.
Damas (ilustração)
O nome (L7) deriva de uma gíria nos EUA para "quadrado" (que seria a forma resultante de se colocar um "L" formado pelo dedo indicador e polegar esquerdos com um "7" formado pelos dedos polegar e indicadores direitos).
Metal e Punk strictly feminino. As L7 , formadas em 1985 por Donita Sparks e Suzi Gardner em Los Angeles, Posteriomente juntaam-se ao grupo Jennifer Finch e Dee Plakas, Em 2000 chegam ao fim, sem direito a comunicados de imprensa.
Guardamos um LP (talvez o mais vendido)
Bricks Are Heavy (1992, Slash Records)
"Wargasm"/"Scrap"/"Pretend We're Dead"/"Diet Pill"/"Everglade"/"Slide"/"One More Thing"/"Mr. Integrity"/"Monster"/"Shitlist"/"This Ain't Pleasure"
[A califórnia em Cannes(O Palco é Brutal!) Damas kicking Ass]
Wednesday, June 27, 2007
Côcos na Praia

Os cozinheiros Alquimistas
Atom tm (Uwe Schmidt), electrónica - O Côco
Argenis Brito, voz
Norbert Kraemer, vibrafone
Carsten Skov, marimba
Assi Roar, baixo
Peter Kibsgaard, percussão
Thomas Hass, saxofone
Detlef Landeck, trombone
Urban Beyer, trompete
eis todos os ingredientes para fazer um luau latino na Av da Praia - o Umbigo do Mundo a 28 de Julho.
Bailemos! firiuuu!
E Live from Mosteiro dos Jerónimos?

Claro que não há órgao de tubos para tocar a intervention.
Claro que eles ainda são tão novinhos que, ao vivo, soa tudo igualzinho ao LP.
Claro que não há de ser o concerto da minha vida.
Claro que ainda faltam uns dias.
Claro que por altura do concerto, já estarei deprimido com a frenética actuação dos Bloc Party.
Claro que por altura do concerto, já estarei deprimido com a malta hip que foi ver Bloc Party.
Claro que por altura do concerto, já estarei deprimido com a roupa da malta hip que foi ver Bloc Party.
Claro que por altura do concerto, já estarei deprimido com o cabelo da malta hip que foi ver Bloc Party.
Claro que por altura do concerto, já estarei deprimido com a atitude da malta hip que foi ver Bloc Party.
Claro que eu tenho alguma coisa contra os Bloc Party [e não é só o nome].
Claro que eu devia ser menos susceptível.
Mas claro que deprimido é o estado de espírito ideal para este concerto.
Claro que tudo faz sentido.
If you don´t cry watching this, you are dead inside.
Tuesday, June 26, 2007
Depois de Cristo

Assim, de repente, parece faltar-lhe baixo(ou, talvez sejam os vicios a falar). Depois, soa a regresso, renovado e enérgico.
1 - Turnin' On The Screw
2 - Sick, Sick, Sick (o 1º single) - [com a participação(podemos chamar-lhe M.C. , mestre de cerimónias ou relações (com outros) pública(o)s) de Julian Casablancas (Strokes)]
3 - I'm Designer
4 - Into The Hollow
5 - Misfit Love [com direito a falsetto]
6 - Battery Acid
7 - Make It Wit Chu [ao velhinho estilo]
8 - 3's & 7's
9 - Suture Up Your Future
10 - River In The Road
11 - Run, Pig, Run
Parece que na verdade temos Rock, a roçar com pelo menos um pé e uma mão[ou mesmo, duas] a POP, e então?
ah , não é genial, mas é Queens!
Thursday, June 21, 2007
Wednesday, June 20, 2007
It Izzz a Must Have
Muito simples: piano, CB, Bat.
Eis a liberdade no improviso. Isto é AGITar! sem catalogações, faxavor.
Senhoras e Senhoras, aí está o ultimíssimo do trio The Bad Plus
Firiu!Firiuiuuuu!
Tuesday, June 12, 2007
Os póneis da Matador

Conheci The Ponys apenas com este Turn the Lights Out. Está nos meus ouvidos há coisa de uma semaninha e ainda me perco com as duas primeiras faixas Double Vision e Everyday Weapon. Soa-me a Interpol, a Editors. Soa-me a Nova Iorque. Mas depois percebi que era semelhante - Chicago.
Com este álbum encontraram-se com a Matador [Laced with Romance e Celebration Castle eram da In the Red], e nota-se... senti o cheiro Cat Power ali meio perdido na Turn the Lights Out e Kingdom of Hearts. O que soa estranho no album e até desenquadrado.
Mas, é essa a diferença, foi aí que perdi Nova Iorque e Interpol. Reencontrei-os em Poser Psychotic e Harakiri. Não desgostei, mas Turn the lights out tem muito do mesmo. Este wedding com a Matador, contudo, soube-me bem.
Friday, June 8, 2007
uncompromised

eles estão acá ...não será, portanto, preciso dizer mais grande cousa.
Na verdade, nada apetece dizer. dizer apenas isto, "caliente" and in the mood. Sweet and uncompromised groove. [recomenda-se audições a dois, mínimo]
Tuesday, June 5, 2007
Católicos

Um certo padre Spadaro entende que Tom Waits, por ter vivido uma juventude «cheia de drogas, álcool e sexo», entende as camadas mais baixas da sociedade [fica em aberto a conclusão de que as drogas e o alcóol apenas atingem os estratos baixos da sociedade] e expressa "capacidade por esperança e instinto em busca de felicidade", através de canções "autênticas, desprovidas de vaidade e ilusões falsas".
Com a propriedade possível, o padre apelidou Tom Waits de "profeta dos pobres e oprimidos".
Tom Waits ainda não respondeu.
Saturday, June 2, 2007
Focus
dois trabalhos apenas.
Temos ambos, o que mais gostamos é do 1º - Buckshot LeFonque(columbia, 1994) pela velocidade alucinante e a quantidade de gente que lá está.

Estamos,contudo, (reem)prestando ouvidos ao 2º - Music Evolution(columbia, 1997)

Disco que veio con(a)firmar o debut de Buckshot LeFonque.
A malha 7. "A Buckshot Rebuttal" é justamente, nota explicativa da intenção de virar tudo de pernas para o ar e AGITar a Mainstream. É incatalogável.Tem também uma quantidade incrivel de gente por lá.
Tem até um falso arranque!16. ..."And We Out".
Buckshot Le Fonque ou Espalhando o Funk por aí
Buckshot Le Fonque, 2 trabalhos, duas boas aulas de história e duas boas maneiras de perceber porque é que, às vezes, as coisas que ainda(2007)se vão fazendo por aí nos aborrecem tanto.
"We took some interesting left turns... which is what I expected.", Brandford Marsalis
Tuesday, May 29, 2007
Vintage

A capa deste album é o arquétipo de uma banda guit/bass/drums/vox.
Uma banda de guit/bass/drums/vox deve estar em pleno movimento, excepto o baixista, de pernas esticadas e ombro direito ligeiramente superior ao resto do corpo em ângulo de 15º.
É um documento de Athens/Georgia, da altura em que o Michael Stipe tinha cabelo, a um preço extremamente acessível na FNAC do Chiado.
E é, também, a prova provada que os R.E.M. no início dos anos 80 eram, bem provavelmente, mais alternativos que tu.
"Offer me solutions, offer me alternatives and i´ll decline."
Monday, May 28, 2007
Vénias, muitas vénias!

Enfim...ENORME em todos os sentidos. E espero que DMB regresse, como prometido.
Friday, May 25, 2007
Este mundo de oportunidades
A mui nobre (quando digo mui nobre estou falando sério) Blue Note acaba de editar, ou seja colocar o seu timbre num trabalho da Lena D'Água(pá!)
"Em «Sempre», (...) também a escolha do Hot Clube para a gravação foi afectiva, no regresso a uma casa que Lena d´Água frequenta há trinta anos."
que ela faz do hot a sua casa, já nós sabiamos... agora, meterem a Blue note, A BLUE NOTE ao barulho com gente que se crê ter sido abdusida por seres do fantástico?!E alto lá, que se ele há pessoa que tem interesse por gente doida, desculpem, especial...
Ainda não ouvimos o dito, que tem título óbvio demais, só pra começar... mas, desde já, requeremos um multipistas pra ficarmos só com o instrumental sob a direcção musical e arranjos de Bernardo Moreira, também no contrabaixo, André Fernandes na guitarra, João Moreira no trompete, Marco Franco na bateria!... if you know what i mean...hold those vocals! no vocals for me today, please.
O alinhamento é, também ele, angustiante de mais do mesmo. poderá salvá-lo o arranjo, quem sabe? A ver vamos
hum!...Blue note!....tststs
Lenita, um grande bem haja pra ti e saudinha da boa. é o que te desejo, todos os dias da tua vida, pá!
e desculpem mas não tive pachorra pra procurar uma pic.
Thursday, May 24, 2007
O sentido estético da música

Para se ouvir a primeira vez, Antony é uma questão de mood.
Depois torna-se um problema de must hear.
Ouvi Antony and the Johnsons em repeat sem nunca dizer chega. A voz inconfundível de Antony - normalmente comparada à de Nina Simone - viciou-me logo no primeiro álbum, mas tirou-me o folego quando ouvi pela primeira vez Hope There's Someone do álbum I'm a bird now.
É o album de todas as sensações. E não há como lhe resistir.
Wednesday, May 23, 2007
Sem Tradução

O tema, na sua totalidade instrumental, está agrafado ao nosso imaginário infanto-juvenil. responsabilidade do "Sete Mares" da Antena 1. Mais tarde, regressaria no "Boletim Meteorológico" da R(ê)T(ê)P(ê) 2.
Lado A
"If There's a Heaven Above" - 4'57''
"A Private Future" - 5'06''
"The Dog-End of a Day Gone By" - 7'38''
"The Game" - 5'09''
Lado B
"Seventh Dream of Teenage Heaven" - 6'37''
"Haunted When the Minutes Drag" - 8'03''
"Saudade" - 5'00
tinha areia de Santa Cruz entre o plástico e a capa de cartão... não consegui disfarçar o sorriso.
[andei a remexer no baú e (re)encontrei coisas deliciosas]
em parâmetros
Tuesday, May 22, 2007
Montag, porque não é 2.ª feira

Mistura de indie-pop e electrónica, no album - que (de) a solo tem muito pouco - encontramos M83, Amy Millan, Au Revoir Simone. Quanto a estes últimos esperava bem mais de No one else.
O track homónimo - com 70 participantes de 15 países diferentes - cumpre bem o seu papel. Mas, e além de Softness, i forgot your name, rendo-me (apenas?!) a Best Boy Electric, Safe in sound e Hands off, creature.
No final, a ouvir. E até bastante.
Texanas

Micah P. Hinson and the Opera Circuit
O ecletismo deste jovem influenciado por will johnson, eric bachmann e richard hawley (que eu ainda não sei quem são) é uma virtude. Muitos metais, muito banjo, e um cigarro fumado por cada palavra de desencanto.
Destaco a simplicidade lírica de "You´re only lonely". Uma música de fases distintas, intensidades distintas e quase personalidades distintas. E uma incursão estrondosa e abrupta pela guitarra eléctrica a lembrar "A thousand departed friends" de Lou Reed.
O Banjo de "Diggin´ a Grave", por outro lado, deverá ser a única coisa decente a sair do Texas nos últimos 8 anos.
Desligar o complicómetro e ligar à corrente sempre foi a minha solução preferencial.
Fica o alinhamento.
1. Seems Almost Impossible
2. Diggin A Grave
3. Jackeyed
4. It's Been So Long
5. Drift Off To Sleep
6. Letter To Huntsville
7. She Don't Own Me
8. My Time Wasted
9. Little Boys Dream
10. You're Only Lonely
11. Don't Leave Me Know
Absolvições Pretéritas
Está Longe de ser genial. Na verdade(verdadeira), trata-se de uma fraca desculpa para uma compilação. O Substance e, até mesmo, o Closer, são bem superiores. No entanto, o disco 2, gravado ao vivo na Universidade de Birmingham , a 2 de Maio de 1980, (a derradeira performence ao vivo dos Srs) contém uma ou outra precisosidade.
Disco 2
"Ceremony" – 3:50 (registo único, ou único registo)
"Shadowplay" – 3:57
"Means to an End" – 4:01
"Passover" – 5:10
"New Dawn Fades" – 4:01
"Transmission" – 3:40
"Disorder" – 3:24
"Isolation" – 3:05
"Decades" – 5:47(enfim...vá.)
"Digital" – 3:52
Esta edição em vinil foi-me ofertada em 1990 e conta com mais de 17 aninhos nas minhas mãos (e está esgotada na própria editora).
A escolha é óbvia, mas com tanta presença dos Srs nas Bandas que vão aparecendo(e desaparecendo) a uma velocidade infernal, apeteceu-me ir lá, ao fundinho do baú, dos (por vezes, dolorosos) pretéritos, tirar o pó a este; marca de uma juventude que habitou o subsolo, morta e moribunda às mãos da heroina e da loucura induzida, e Absolvê-lo.
Este sentimento de "impertença" está hoje mainstreamizado(hum?); as drogas são outras e eles, bem mais interessantes que nós, vivem estranhamente desinfelizes.
Absolvido que está, fica aqui, em complemento, o alinhamento e preferências do Disco 1
Disco 1
"Exercise One" – 3:06
"Ice Age" – 2:24
"The Sound of Music" – 3:55
"Glass" – 3:56
"The Only Mistake" – 4:17
"They Walked in Line" – 2:47
"The Kill" – 2:15
"Something Must Break" – 2:48
"Dead Souls" – 4:53 !!!!( bem conhecida pela mão dos Nine Inch Nails, Sô'tôra)
"Sister Ray" – 7:36
Trivialidades: À passagem do seu (deles) 30º aniversário, está para breve( julgamos) a adiada biografia de Ian Curtis, por Anton Corbijn - "Control", recentemente apresentada no Cannes.
P.S. : O facto deles fazerem 30 anos e de eu já ter feito os meus, nada tem que ver com a escolha deste para meu 1º post. Que não restem dúvidas, hein? Ai!...Mau!...
A Saber
E nada mais me disseram.
Eis-me aqui deixando este aviso(-vos),
Mais aviso que vou, tão bem,
Vou falar do que me vai movendo
E Disse. [Tá bem assim?]
Monday, May 21, 2007
Put the records on
